Eu sou humano
Eu sou pessoa
Eu sou visível, vulnerável.
Por dentro,
Eu sou céu
Eu sou mar
Eu sou vulcão.
Como me veem, eu sou
domado.
Como me vejo, eu
domador.
Eu sou a literatura,
o nada que para tudo serve,
Sou a magia,
a cura, o amor.
Como me veem, eu sou
domado.
Como me vejo, eu
domador.
Eu sou a literatura,
o nada que para tudo serve,
Sou a magia,
a cura, o amor.
Simbiose interessante entre sujeito-objeto. Vejo influências Nilsonicas por aí.
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